segunda-feira, 19 de maio de 2014

SOLIEDARIEDADE DE LÍDERES CRISTÃOS COM CULTOS AFRO BRASILEIROS

Líderes cristãos manifestam apoio a representantes de cultos afro-brasileiros e criticam juiz que definiu que umbanda e candomblé não são religiões

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Líderes cristãos manifestam apoio a representantes de cultos afro-brasileiros e criticam juiz que definiu que umbanda e candomblé não são religiões A decisão do juiz federal Eugênio Rosa de Araújo de considerar que os cultos afro-brasileiros não podem ser considerados uma religião causou inúmeros protestos na comunidade religiosa e agora a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa planeja um protesto.
O juiz pontuou que não considera os ritos afro-brasileiros, como umbanda e candomblé, como religião, pois não seguem um livro-base, como a Bíblia é para o cristianismo, e nem cultuam uma divindade específica. A opinião do juiz foi expressa numa sentença de uma ação que o Ministério Público move contra o YouTube, pedindo a retirada de vídeos que possuem material considerado ofensivo a esses cultos, o que feriria a liberdade religiosa.
Os protestos contra a decisão do juiz foram registrados de diversas partes, incluindo a comunidade cristã. “A definição de religião que o juiz tem na cabeça revela total desconhecimento das teses teológicas”, disse o frei franciscano David Raimundo dos Santos. “Caso os membros das religiões afro façam protestos, terão o apoio de nós, católicos”, afirmou o frei ao jornal O Dia.
O pastor Henrique Vieira, dirigente de uma Igreja Batista, demonstrou surpresa com a postura do juiz e manifestou solidariedade aos representantes dos ritos afro-brasileiros: “Essa decisão desrespeita a identidade cultural e religiosa que é legítima. É uma violência que se dá no âmbito do discurso”, frisou.
O autor da denúncia sobre os vídeos que levou o Ministério Público a mover a ação, babalorixá Marcio Jagun, disse que a sentença do juiz reforçou o preconceito: “O magistrado acabou fundamentando as agressões. Se ele, enquanto autoridade, desconsidera como manifestação legítima, acaba referendando as agressões”.
A repercussão do caso levou os representantes das religiões afro-brasileiras a se organizarem para pedir ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que investigue o juiz Araújo, de acordo com informações da Folha de S. Paulo. “A decisão foi absurda e lamentável, porque fere a Constituição. Na prática, o juiz pode dificultar que as religiões de origem africana tenham acesso aos mesmos direitos das outras, como o cristianismo e o judaísmo”, comentou o deputado Edson Santos (PT-RJ), ex-ministro da Igualdade Racial.
Diante da polêmica, o juiz optou por não comentar sua decisão, e o procurador responsável pela ação, Jaime Mitropoulos, classificou a sentença como “absurda”.

VISITA DO PAPA Á TERRA SANTA TRAZ NOVAS ESPERANÇAS PAAR O ECUMENISMO :DIZ CARDEAL KOCH

Visita do Papa à Terra Santa traz novas esperanças para o ecumenismo: diz Cardeal Koch



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Faltam poucos dias para a viagem do Papa Francisco à Terra Santa, programada para os dias 24 a 26 deste mês. Trata-se de uma peregrinação repleta de significado, como nos explica o presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch, entrevistado pela Rádio Vaticano:

"O ponto de partida para esta visita foi a comemoração do primeiro encontro entre o Patriarca Atenágoras e o Papa Paulo VI, em Janeiro de há 50 anos, em Jerusalém: foi o primeiro encontro depois de muito, muito tempo, e foi o início do diálogo. E com o encontro entre os actuais representantes da Igreja – o Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu I – espero que as boas relações que experimentámos nestes 50 anos possam ser ulteriormente aprofundadas para dar outros passos no futuro".
RV: Podemos esperar algum passo concreto, ou se trata de algo que se dá, sobretudo, num nível "simbólico"?

"Creio que se trata substancialmente de um nível simbólico, mas no campo do ecumenismo o nível simbólico é muito importante! Fazemos uma distinção entre o diálogo do amor e o diálogo da verdade, e o diálogo da verdade sobre questões teológicas não é muito simples; mas ele não funciona sem o diálogo do amor e nesse sentido, esse encontro representa um evento muito importante!"
RV: Do ponto de vista ecuménico, o que o Papa leva à Terra Santa?

"Sobretudo, o Papa leva a si mesmo e a sua mensagem, e essa é uma mensagem de paz e de reconciliação e de fraternidade nas relações ecuménicas".
RV: Sendo responsável pelo dicastério vaticano que se ocupa da promoção da unidade dos cristãos e também responsável pelo diálogo com os judeus: quais são, para si, neste campo, as esperanças colocadas nesta visita?

"Os encontros com os judeus e com os representantes de Israel se dão em dois níveis. Por um lado, os encontros com os representantes do Estado – o presidente, o primeiro-ministro e as autoridades do Estado – que têm a finalidade de consolidar e aprofundar as relações entre Vaticano e Israel; por outro lado, está previsto um encontro com o Grão-Rabino de Jerusalém: esse é um dos aspectos do diálogo do qual se ocupa a nossa Comissão para as relações religiosas com o Judaísmo. Seguramente também isso contribuirá para o aprofundamento das relações com o Grão-Rabinato de Jerusalém".
RV: A visita do Papa durará somente três dias. Portanto, um tempo breve, mas muito intenso...

"O tempo é relativamente breve, três dias, mas na realidade tudo é muito importante e se deve ressaltar isso... Haverá três dimensões: ecuménica, no encontro com o Patriarca Bartolomeu I e com a celebração ecuménica, durante a qual o Papa encontrará também os outros patriarcas: o greco-ortodoxo de Jerusalém e o Patriarca da Igreja Apostólica Arménia; depois se dará espaço ao Judaísmo com as visitas oficiais; e além disso, naturalmente, a visita ao Muro das Lamentações, ao Yad Vashem, a visita ao túmulo de Herzl ... são todos encontros importantes. Por fim, se terá também o encontro com o Grão-Mufti de Jerusalém, e assim se acrescenta a dimensão inter-religiosa, sobretudo com o Islão".

quinta-feira, 15 de maio de 2014

domingo, 16 de março de 2014

vaticano:católicos ,anglicanos e muçulmanos unidos contra tráfico de pessoas

Vaticano: Católicos, anglicanos e muçulmanos unidos contra tráfico de pessoas

«Rede global de liberdade» vai ser apresentada na segunda-feira

Cidade do Vaticano, 15 mar 2014 (Ecclesia) – O Vaticano vai apresentar esta segunda-feira, em conferência de imprensa, um projeto inter-religioso de combate ao tráfico de seres humanos, a ‘Global Freedom Network’ (Rede Global de Liberdade).
Católicos, anglicanos e muçulmanos associam-se à iniciativa que visa “erradicar as formas modernas de escravidão e o tráfico de pessoas”, em colaboração com a ‘Walk Free Foundation’, adianta a sala de imprensa da Santa Sé.
O acordo vai ser assinado, em nome do Papa, por monsenhor Marcelo Sanchez Sorondo, chanceler das academias pontifícias das Ciências e das Ciências Sociais.
O projeto conta ainda com o apoio do arcebispo da Cantuária, líder da Igreja Anglicana, e do grande imã de Al-Azhar.
A conferência de imprensa tem início marcado para as 11h30 (menos uma em Lisboa), na sala de imprensa da Santa Sé, e vai ter transmissão através do canal do Vaticano no YouTube.
Com os jornalistas estará também Adrew Forrest, fundador da Walk Free Foundation, criada com o objetivo de promover um “movimento ativista global” pelo fim da “escravatura moderna”.
O Papa Francisco escreveu uma mensagem, no início deste mês, associando-se à campanha que os bispos do Brasil estão a promover durante a Quaresma, intitulada ‘Campanha Fraternidade’, que visa alertar para o tráfico humano.
“Há necessidade de um profundo exame de consciência: quantas vezes toleramos que um ser humano seja considerado um objeto, exposto para vender ou para satisfazer desejos imorais?”, começava por questionar Francisco.
“A pessoa humana não se deveria vender e comprar como uma mercadoria, quem a usa e explora, mesmo indiretamente, torna-se cúmplice desta prepotência”, acrescentou o Papa, numa das suas várias intervenções sobre este tema.
OC

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O PAPA FRANCISCO ELOGIOU O DIALOGO ECUMENICO ENTRE CATÓLICOS E JUDEUS

O PAPA Francisco elogiou o diálogo católico-judaico 

El papa Francisco elogió el diálogo católico-judíoFrancis Papa desejava que sua próxima viagem à Terra Santa, programada de 24 a 26 de maio de alcançar os frutos da comunhão, de esperança e de paz.
Então, disse o pontífice argentino no Vaticano para receber uma delegação do Comitê Judaico Americano, que destacou "sua valiosa contribuição para o diálogo ea fraternidade entre judeus e cristãos."
Para os membros desta delegação, o papa pediu-lhes para orar por sua viagem em maio, que o levará a Belém e Jerusalém, e Hamã,
capital da Jordânia, "dar frutos de comunhão, de esperança e de paz."
O Papa recordou em sua mensagem que o próximo ano marca o quinquagésimo aniversário da Declaração "Nostra Aetate", do Concílio Vaticano II, que será comemorado é dito, "para o ponto de referência ainda essencial Igreja para as relações com nossos irmãos mais velhos ".
Francisco também observou que os judeus e os cristãos "podem atuar em conjunto para construir uma sociedade mais justa e fraterna mundo" e em "serviço para os pobres, marginalizados e todos aqueles que sofrem."
Jorge Bergoglio também lembrou a importância de transmitir às gerações futuras "os ativos de conhecimento mútuo, estima e amizade construída ao longo dos anos." EFE

El papa Francisco elogió el diálogo católico-judío

El papa Francisco elogió el diálogo católico-judío 

 
El papa Francisco elogió el diálogo católico-judíoEl papa Francisco deseó que su próximo viaje a Tierra Santa, previsto del 24 al 26 de mayo, logre los frutos de la comunión, esperanza y paz.
Así lo expresó, el pontífice argentino al recibir en el Vaticano a una delegación del Comité Judío Estadounidense, de quien destacó "su valiosa contribución al diálogo y a la fraternidad entre judíos y cristianos".
A los integrantes de esta delegación, el papa les pidió que rezasen para que su viaje en mayo, que le llevará a Belén y a Jerusalén, y también a Amán,
capital de Jordania, "dé frutos de comunión, esperanza y paz".
El papa recordó en su mensaje que el próximo año se conmemorará el quincuagésimo aniversario de la declaración "Nostra aetate" del Concilio Vaticano II, que constituye, afirmó, "aún hoy para la Iglesia el punto de referencia imprescindible para las relaciones con nuestros hermanos mayores".
Francisco destacó además que judíos y cristianos "pueden actuar juntos para la construcción de un mundo más justo y fraterno" y también en "el servicio a favor de los pobres, marginados y de todos los que sufren".
Jorge Bergoglio recordó además la importancia de transmitir a las nuevas generaciones "el patrimonio de conocimiento recíproco, de estima y de amistad construido en estos años". EFE

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

jainismo na india

Veja a espetacular arquitetura


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Interior do Templo Ranakpur.
Interior do Templo Ranakpur, todo esculpido em mármore (Internet)
Frente do templo.
Frente do templo (Ingo Mehling/CC BY-SA 3.0)
A Índia orgulho-se de seus muitos templos da religião do Jainismo ou Jinismo. São de beleza e perfeição incríveis. Os templos jainistas não são somente locais de veneração e peregrinação para os que praticam o Jainismo, são também atrações turísticas por causa de sua arquitetura esplendorosa, que visa a perfeição. O Templo Ranakpur, um dos mais belos, fica na vila de Hastinapura, no distrito de Pali Rajasthan, na Índia.
O Templo ocupa uma área de 60 por 62 metros e ergue-se majestosamente na encosta de uma colina. Os templos jainistas são construídos com diferentes concepções arquitetônicas, no entanto, todos eles têm muitos pilares de mármore lindamente esculpidos. O Templo Ranakpur tem 1.444 pilares de sustentação esculpidos no mármore com esmero de detalhes, verdadeiras obras de arte, e são todos diferentes, não há dois pilares igualmente esculpidos. Todas as estátuas do Templo estão de frente uma para outra.
Vista do Templo de outra perspectiva. Repare que há entradas em todos os lados do templo.
Vista do Templo de outra perspectiva. Repare que há entradas em todos os lados do templo (Internet)
O Templo fica num lugar de peregrinação jainista, aproximadamente duas horas da cidade de Udaipur. Foi construído durante os séculos XIV e XV, durante três gerações. Feito todo em mármore, tem quatro entradas, cada uma voltada para um dos quatro pontos cardeais, 144 mini-torres e 1.444 colunas.
O estado de conservação e de limpeza do Templo são muito bons. É um lugar vivo, pois funciona plenamente desde a sua inauguração. As esculturas estão em estado tão bom quanto a 500 anos atrás; a conservação é um ponto forte. É como ver o local em suas primeiras décadas.
Escultura de elefante no interior do Templo.
Escultura de elefante no interior do Templo (Mckay Savage /CC BY 2.0)
Teto da cúpula de uma das quatro entradas do Templo, maravilhosamente esculpido.
Cúpula de uma das quatro entradas do Templo, maravilhosamente esculpida (Mckay Savage /CC BY 2.0)
Uma das quarto entradas do Templo.
Uma das quarto entradas do Templo (Mckay Savage /CC BY 2.0)
Há intrincados detalhes nas muitas colunas do Templo e cada uma esculpida de forma única. Cada uma das quatro entradas tem um estilo único, segue padrões visivelmente diferentes.
“Santuário” principal do Templo.
“Santuário” principal do Templo (Matthew/CC BY-SA 3.0)
Colunas no interior do terceiro andar do templo.
Colunas no interior do terceiro andar do templo (Mckay Savage /CC BY 2.0)
O Templo Ranakpur, sem dúvida, é um dos lugares do mundo que merece ser conhecido.

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