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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Israel disposto a intervir na Síria para proteger comunidade drusa


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Israel disposto a intervir na Síria para proteger comunidade drusa

03 nov, 2017 - 12:28
Os drusos são tradicionalmente bem-vistos por Israel e têm feito pressão para que se auxilie os seus correligionários do lado sírio da fronteira, nos Montes Golã.
Israel anunciou esta sexta-feira que está disposto a intervir militarmente na Síria para proteger uma vila da comunidade drusa, perto da fronteira.
A vila de Hader situa-se numa zona de conflito entre forças governamentais e diferentes facções da oposição, de influência extremista islâmica. Embora a zona esteja formalmente ocupada por militares sírios e seus aliados, a Frente al-Nusra anunciou recentemente uma campanha para “libertar” as vilas sob domínio do regime nos Montes Golã. Os habitantes, que são na esmagadora maioria drusos, tendem a apoiar o regime sírio.
O aviso de Israel surge dias depois de um carro armadilhado ter feito, pelo menos, nove mortos em Hader.
Esta tomada de posição israelita vem demonstrar a complexidade das relações entre as diferentes facções e os vários países no conflito sírio.
Embora tenha intervido pontualmente com ataques aéreos na Síria ao longo dos últimos anos, Israel tem-se mantido essencialmente como observador da guerra civil. Oficialmente o estado judaico e o Governo da Síria estão ainda em guerra, e Israel ocupa grande parte dos Montes Golã, que pertenciam à Síria, desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
À inimizade que tradicionalmente existe entre os governos de Síria e de Israel vem juntar-se o facto de Bashar al-Assad contar com o apoio militar do Irão – cujo regime já ameaçou varrer Israel do mapa – e da milícia libanesa Hezbollah, contra a qual Israel travou uma guerra em 2006.
Naturalmente também não existe empatia entre Israel e as milícias islamitas que actuam do lado sírio da fronteira, embora tenha havido diversas acusações de colaboração entre as forças armadas de Israel e estas ao longo dos últimos anos. Certo é que Israel já acudiu a feridos do lado Sírio da fronteira, transportando-os para Israel para serem tratados. Em pelo menos duas ocasiões drusos no estado judaico atacaram essas ambulâncias, matando pelo menos um dos jihadistas que estava a ser transportado. Israel reconhece a assistência médica, que justifica com bases humanitárias, mas diz que as acusações de colaboração militar não têm qualquer fundamento.
Mas a disponibilidade de Israel defender a aldeia de Hader em particular deve-se ao factor religioso. Os drusos praticam uma religião própria e esotérica, com algumas influências islâmicas. São uma comunidade fechada, com fama guerreira, e tendem a ser leais aos regimes dos países em que se encontram. Israel não é excepção e os drusos participam activamente nas forças armadas daquele país, sendo tradicionalmente bem-vistos pelo Governo e pela população como cidadãos leais.
Sendo um grupo étnico tão fechado, os drusos de Israel são parentes dos sírios e tem havido muita pressão por parte da comunidade israelita para defender os seus irmãos em Hader.
O comunicado das Forças Armadas israelitas não deixa dúvidas, aliás, quanto à sua motivação. “As Forças de Defesa de Israel estão preparadas para auxiliar os residentes e evitar os danos ou a captura da aldeia de Hader, por compromisso com a população drusa”, lê-se.
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Israel disposto a intervir na Síria para proteger comunidade drusa


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Israel disposto a intervir na Síria para proteger comunidade drusa

03 nov, 2017 - 12:28
Os drusos são tradicionalmente bem-vistos por Israel e têm feito pressão para que se auxilie os seus correligionários do lado sírio da fronteira, nos Montes Golã.
Israel anunciou esta sexta-feira que está disposto a intervir militarmente na Síria para proteger uma vila da comunidade drusa, perto da fronteira.
A vila de Hader situa-se numa zona de conflito entre forças governamentais e diferentes facções da oposição, de influência extremista islâmica. Embora a zona esteja formalmente ocupada por militares sírios e seus aliados, a Frente al-Nusra anunciou recentemente uma campanha para “libertar” as vilas sob domínio do regime nos Montes Golã. Os habitantes, que são na esmagadora maioria drusos, tendem a apoiar o regime sírio.
O aviso de Israel surge dias depois de um carro armadilhado ter feito, pelo menos, nove mortos em Hader.
Esta tomada de posição israelita vem demonstrar a complexidade das relações entre as diferentes facções e os vários países no conflito sírio.
Embora tenha intervido pontualmente com ataques aéreos na Síria ao longo dos últimos anos, Israel tem-se mantido essencialmente como observador da guerra civil. Oficialmente o estado judaico e o Governo da Síria estão ainda em guerra, e Israel ocupa grande parte dos Montes Golã, que pertenciam à Síria, desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
À inimizade que tradicionalmente existe entre os governos de Síria e de Israel vem juntar-se o facto de Bashar al-Assad contar com o apoio militar do Irão – cujo regime já ameaçou varrer Israel do mapa – e da milícia libanesa Hezbollah, contra a qual Israel travou uma guerra em 2006.
Naturalmente também não existe empatia entre Israel e as milícias islamitas que actuam do lado sírio da fronteira, embora tenha havido diversas acusações de colaboração entre as forças armadas de Israel e estas ao longo dos últimos anos. Certo é que Israel já acudiu a feridos do lado Sírio da fronteira, transportando-os para Israel para serem tratados. Em pelo menos duas ocasiões drusos no estado judaico atacaram essas ambulâncias, matando pelo menos um dos jihadistas que estava a ser transportado. Israel reconhece a assistência médica, que justifica com bases humanitárias, mas diz que as acusações de colaboração militar não têm qualquer fundamento.
Mas a disponibilidade de Israel defender a aldeia de Hader em particular deve-se ao factor religioso. Os drusos praticam uma religião própria e esotérica, com algumas influências islâmicas. São uma comunidade fechada, com fama guerreira, e tendem a ser leais aos regimes dos países em que se encontram. Israel não é excepção e os drusos participam activamente nas forças armadas daquele país, sendo tradicionalmente bem-vistos pelo Governo e pela população como cidadãos leais.
Sendo um grupo étnico tão fechado, os drusos de Israel são parentes dos sírios e tem havido muita pressão por parte da comunidade israelita para defender os seus irmãos em Hader.
O comunicado das Forças Armadas israelitas não deixa dúvidas, aliás, quanto à sua motivação. “As Forças de Defesa de Israel estão preparadas para auxiliar os residentes e evitar os danos ou a captura da aldeia de Hader, por compromisso com a população drusa”, lê-se.
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03 nov, 2017 - 12:28
Os drusos são tradicionalmente bem-vistos por Israel e têm feito pressão para que se auxilie os seus correligionários do lado sírio da fronteira, nos Montes Golã.
Israel anunciou esta sexta-feira que está disposto a intervir militarmente na Síria para proteger uma vila da comunidade drusa, perto da fronteira.
A vila de Hader situa-se numa zona de conflito entre forças governamentais e diferentes facções da oposição, de influência extremista islâmica. Embora a zona esteja formalmente ocupada por militares sírios e seus aliados, a Frente al-Nusra anunciou recentemente uma campanha para “libertar” as vilas sob domínio do regime nos Montes Golã. Os habitantes, que são na esmagadora maioria drusos, tendem a apoiar o regime sírio.
O aviso de Israel surge dias depois de um carro armadilhado ter feito, pelo menos, nove mortos em Hader.
Esta tomada de posição israelita vem demonstrar a complexidade das relações entre as diferentes facções e os vários países no conflito sírio.
Embora tenha intervido pontualmente com ataques aéreos na Síria ao longo dos últimos anos, Israel tem-se mantido essencialmente como observador da guerra civil. Oficialmente o estado judaico e o Governo da Síria estão ainda em guerra, e Israel ocupa grande parte dos Montes Golã, que pertenciam à Síria, desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.
À inimizade que tradicionalmente existe entre os governos de Síria e de Israel vem juntar-se o facto de Bashar al-Assad contar com o apoio militar do Irão – cujo regime já ameaçou varrer Israel do mapa – e da milícia libanesa Hezbollah, contra a qual Israel travou uma guerra em 2006.
Naturalmente também não existe empatia entre Israel e as milícias islamitas que actuam do lado sírio da fronteira, embora tenha havido diversas acusações de colaboração entre as forças armadas de Israel e estas ao longo dos últimos anos. Certo é que Israel já acudiu a feridos do lado Sírio da fronteira, transportando-os para Israel para serem tratados. Em pelo menos duas ocasiões drusos no estado judaico atacaram essas ambulâncias, matando pelo menos um dos jihadistas que estava a ser transportado. Israel reconhece a assistência médica, que justifica com bases humanitárias, mas diz que as acusações de colaboração militar não têm qualquer fundamento.
Mas a disponibilidade de Israel defender a aldeia de Hader em particular deve-se ao factor religioso. Os drusos praticam uma religião própria e esotérica, com algumas influências islâmicas. São uma comunidade fechada, com fama guerreira, e tendem a ser leais aos regimes dos países em que se encontram. Israel não é excepção e os drusos participam activamente nas forças armadas daquele país, sendo tradicionalmente bem-vistos pelo Governo e pela população como cidadãos leais.
Sendo um grupo étnico tão fechado, os drusos de Israel são parentes dos sírios e tem havido muita pressão por parte da comunidade israelita para defender os seus irmãos em Hader.
O comunicado das Forças Armadas israelitas não deixa dúvidas, aliás, quanto à sua motivação. “As Forças de Defesa de Israel estão preparadas para auxiliar os residentes e evitar os danos ou a captura da aldeia de Hader, por compromisso com a população drusa”, lê-se.
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terça-feira, 11 de abril de 2017

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O ESTADO ISLÁMICO MATA HOMESSEXUAIS

O Estado Islâmico lapida dois "gay" na Síria

O Estado Islâmico (EI) apedrejado dois jovens "para cometer atos que violam decência com homens" na província síria de Deir al-Zur, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou.
A ONG, citando ativistas na área, disse um dos jovens, 20 anos de idade, foi apedrejado até a morte depois de ter sido capturado por membros do grupo extremista que encontrou em suas fotografias de telefonia móvel que supostamente os jovens que cometem práticas "indecente" com outros homens.
A vítima foi executada em uma rotatória na aldeia de Al Mayādīn frente de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Por outro lado, um outro jovem foi apedrejado no bairro
Hamidiya, na cidade de Deir al-Zur, capital provincial, por ter feito "contrários aos bons costumes" age com outros homens, de acordo com os islamistas. O Estado Islâmico assumiu com os cadáveres dos executados, sem permitir que o enterro ou a entrega a suas famílias.
O grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico declarou um califado no final de junho no Iraque e na Síria, que tomaram partes do território do norte e central de ambos os países.
No dia 13, o Estado Islâmico emitiu uma gravação atribuída a seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, que anunciou a expansão do califado para o Golfo Pérsico e Norte da África, onde outras organizações extremistas juraram lealdade. EFE

sábado, 29 de novembro de 2014

el estado islámico mata homosexuales

El Estado Islámico lapida a dos "homosexuales" en Siria


El Estado Islámico (EI) lapidó a dos jóvenes "por cometer actos que contravienen la decencia con otros hombres" en la provincia nororiental siria de Deir al Zur, informó el Observatorio Sirio de Derechos Humanos.
La ONG, que citó a activistas en la zona, señaló que uno de los jóvenes, de veinte años de edad, fue lapidado tras haber sido capturado por miembros del grupo extremista que encontraron en su teléfono móvil fotografías en las que supuestamente el joven cometía prácticas "indecentes" con otros varones.
La víctima fue ejecutada en una rotonda en la localidad de Al Mayadín delante de decenas de personas, entre ellas menores.
Por otro lado, otro joven fue lapidado en el barrio de
Hamidiya, en la ciudad de Deir al Zur, capital provincial, por haber llevado a cabo actos "contrarios a la decencia" con otros hombres, según los islamistas. El Estado Islámico se llevó consigo los cadáveres de los ejecutados, sin permitir su enterramiento o la entrega a sus familias.
Los jihadistas del grupo autodenominado Estado Islámico declararon un califato a finales de junio en Irak y Siria, donde han tomado partes del norte y el centro del territorio de ambos países.
El pasado día 13, el Estado Islámico emitió una grabación atribuida a su líder, Abu Bakr al Bagdadi, en la que anunció la expansión del califato a los países del golfo Pérsico y el norte de África, donde otras organizaciones extremistas le han jurado lealtad. EFE