domingo, 18 de novembro de 2018

judeus e cristãos se unem para orar em jerusalem

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Cristãos e judeus se unem para orar juntos por Jerusalém

Cristãos e judeus se unem para orar juntos por Jerusalém

Esta semana ocorreu a conferência “Jerusalem Prayer Breakfast” (JPB) em Orlando, nos Estados Unidos.

Como o nome indica, trata-se de uma reunião de oração pela paz da cidade de Jerusalém, inspirado pelo mandamento bíblico do Salmo 122.
A iniciativa, que começou em 2017, tem apoio oficial do Knesset (Congresso de Israel). Liderada pelo deputado Robert Ilatov, presidente da Comissão de Aliados Cristãos do Knesset, seu objetivo é estreitar as relações dos cristãos com a cidade santa.
O empresário Albert Veksler, co-fundador do JPB, explica que trata-se de um movimento de oração que reúne líderes políticos e religiosos para que as “nações se alinhem com os propósitos de Deus para Israel e Jerusalém”.
O evento em Orlando durou três dias e teve a participação do embaixador de Israel na ONU, Danny Danon. Ele contou que as Nações Unidas já assumiram uma postura claramente anti-Israel e que seu país tem, de fato, poucos aliados. Para o diplomata, é no meio dos cristãos que ele vê o apoio mais sincero.
O embaixador afirmou:
Na ONU, todos os dias eles culpam Israel. Eles nos condenam, duvidam da nossa conexão com Jerusalém e com o local sagrado [Monte do Templo]. Eu sei que estamos do lado certo da história, mas quando vejo todo apoio e amor que vocês dão à comunidade judaica fico inspirado em ver tantos amigos de Israel se unindo, orando juntos por nós.

Adaptado da fonte Gospel Prime

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27 DE JANEIRO DIA DO HOLOCAUSTO

Comemora-se neste 27 de Janeiro o Dia Internacional do Holocausto

Comemora-se neste 27 de Janeiro o Dia Internacional do HolocaustoD.R.
Este sábado celebra-se o Día Internacional de em Memoria das Vítimas do Holocausto, o termo utilizado para designar um fenómeno singular da História.
Este fenómeno singular da História foi o programa de extermínio biológico dos judeus europeus, executado pelas autoridades alemãs durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)
O resultado final conhecido em 1945 foi tremendo, um banho de sangue com quase seis milhões de pessoas assassinadas na Europa dominada pelo regímen de Hitler.
O antisemitismo nazi era um fenómeno moderno, mas muito enraizado em preconceitos antigos: o ódio aos judeus nascido na Antiguidade Clássica

Essa hostilidade tinha como raiz o facto de o judaísmo ser uma religião monoteísta, crente num só Deus, opondo-se claramente às religiões politeistas então dominantes. Por isso acusavam-nos de superioridade ideológica fruto de soberba e exclusividade absoluta.
O antijudaísmo clássico foi assumido pela igreja cristã até tarde no século vinte.

Os cristãos afirmavam que Jesús de Nazaret era o Filho de Deus, cuja morte deu início à universalização da mensagem de salvação de Moisés.
No entanto para os judeus essa teoria era um verdadeira heresia pois Cristo não era mais que um simples profeta.
O conflito entre a igreja e a Sinagoga estendeu-se do século I ao século IV, quando ao tornar o cristianismo a igreja oficial de Roma o judaísmo saiu derrotado.

A partir de então o antijudaismo clássico cultural reforçou-se basenado-se em factos teológicos que tinham como principal argumento o facto de Cristo ter sido assassinado por judeus.
O antisemitismo de Hitler que os problemas dos judeus fossem questões religiosas com cura. Também negavam a possibilidade de uma recuperação pelo baptismo.

Esta teoria baseava-se na teoria darwinista da humanidade, que dizia que esta era formada por raças definidas por factores biológicos hereditários, em que os mais fortes deveriam
Assim e de acordo com este princípio de cosmovisão o inimigo natural da raça ariana, a mais pura, eram os judeus, os comunistas, e os pacifistas derrotistas que nada faziam para alterar o sistema.
E Hitler pôs em marcha o seu plano de extermínio de judeus da forma mais ignominiosa possível. Depois de os ter ameaçado e colocado em ghettos morais e físicos, criou ao campos de concentração onde para além de juseus mandou todos os seus inimigos ideologicamente ameaçadores.
O Holocausto foi o maior genocídio até agora conhecido embora muitos povos tenham sentido esse terror no seu país.

No entanto convém não esquecer Auschwitz mantendo a esperança de assim talvez a História não se repita.